Um livro para quem conduz o processo. Outro para quem vive ele do lado de fora. Os dois escritos por quem passou 30 anos no meio dos dois lados.
Como transformar complexidade em sistema no recrutamento em escala
Ao terminar este livro, você vai ter em mãos um processo replicável para contratar em volume sem depender de sorte, de improviso ou de horas extras da equipe. O recrutador para de ser herói. O candidato para de ser recurso. A organização para de repetir o mesmo erro.
Aprenda a nomear o que está acontecendo de fato — perfil de candidato, complexidade vs. caos, custo de improvisar. O diagnóstico que você sempre precisou colocar em palavras.
Os 5 pilares do processo estruturado. Um framework aplicável independente do setor, do volume ou da maturidade do RH na sua organização.
Custo invisível, interrupção cognitiva, dados como critério, triagem por critério, governança e SLA. O que precisa estar no lugar antes que qualquer ferramenta funcione.
Alinhamento com o gestor, dinâmicas de grupo, follow-up estruturado, reprovação estratégica. A parte que ninguém documenta — mas que quebra todo o resto se estiver errada.
Escopo antes do currículo, entrevista comportamental, método dos dilemas, onboarding. Porque contratar líder errado custa mais do que qualquer outra contratação.
7 indicadores, 8 checklists, quando tecnologia entra, escala sem esforço heroico. O encerramento que transforma tudo que veio antes em arquitetura duradoura.
Não é mais um livro de RH que vai ficar na prateleira. É o manual que você vai abrir toda semana.
O recrutador para de ser herói e começa a ser estrategista. O candidato para de ser recurso e começa a ser respeitado. A organização para de repetir o mesmo erro e começa a construir base.— Recrutamento Em Escala Não Precisa Ser Caos · Luzia Raleigh
Os Bastidores do Processo Seletivo que Ninguém Explica
Você vai entender as regras invisíveis que ninguém explica — e vai parar de se perguntar o que fez de errado. Processo seletivo não é teste de valor humano. É mecanismo de decisão organizacional.
Era 22h37 quando Fernanda fechou o notebook. Ela tinha enviado 47 currículos naquele mês. Recebido 3 retornos. Feito 2 entrevistas. Recebido 0 feedbacks. Ela não sabia o que estava fazendo de errado. Ela não estava fazendo nada de errado. Ela simplesmente não conhecia as regras de um jogo que ninguém havia explicado.
A vaga já existe muito antes de aparecer no portal. E a decisão já começou antes da sua primeira palavra.
Cada etapa tem uma função. Quando você entende para que serve cada fase, você muda a forma de se preparar.
E enquanto você escuta. Os sinais que você dá sem perceber — e que ficam na memória do recrutador depois que você sai.
Competência técnica é pré-requisito, não diferencial. O que decide a vaga é outra coisa — e este capítulo explica o quê.
O silêncio pós-entrevista não é sinal de rejeição pessoal. E a reprovação pode ser o redirecionamento mais honesto que você vai receber.
Três situações que ninguém prepara. E o desgaste acumulado de uma busca longa — como não deixar que ele decida por você.
Escrito com empatia, não com condescendência. Para quem está no processo — e merece entender o que está acontecendo.
Luzia Raleigh liderou RH de operações com até 20.000 colaboradores no Brasil, na América Latina e nos Estados Unidos. Trabalhou na Owens Illinois, DPSP, CVS e Branch Group. Publica artigos na Revista Mundo RH. Co-fundou o IzyJob. Estes dois livros não vieram de pesquisa acadêmica — vieram de décadas de execução real, em países reais, com processos reais que quebravam e precisavam ser reconstruídos.